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Tomás de Aquino
Postado em:02/04/2016 às 15:51 
A Ética Filosófica em Tomás de Aquino
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por: - Data:02/04/2016 às Horário: 15:51
A Ética Filosófica em Tomás de Aquino
Anexos do Artigo: 

Como diria Gonzaguinha, começaria tudo outra vez, se preciso fosse! Certamente não da mesma forma, até porque  nunca mais serei o mesmo depois deste biênio desafiador, de tantos enfrentamentos, ansiedades acionadas e controladas. Foi uma guerra, mas combati o bom combate. E espero ter muito trabalho pela frente. Antes, porém, quero celebrar esta vitória. Começo por agradecer a todos os meus superiores e colegas. Sem eles eu não teria chegado até aqui, até a esta conquista. Fiquei extremamente impressionado com o modo respeitoso com o qual o Prof. De Boni, uma sumidade, tratou o meu trabalho, indicando-me quais novas portas podem ser abertas a partir do meu esforço. Estou em tratamento, em repouso para me recuperar, porque este trabalho foi feito com alma. Ainda me emociono. Logo quero dar um passo adiante. 

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Voluntário do saber

 

O meu trabalho. Recordo emocionado o duro que dei para fazê-lo. Já lia espanhol, estudei o básico do grego clássico e do latim, fiz proficiência em francês, prova de aptidão à leitura de língua estrangeira em italiano e um curso de italiano com o Prof. Vito Nunziante (de feliz memória). Não sou um erudito em línguas. Pensei em tudo para este trabalho ficar um brinco, pulcro (diriam os escolásticos). Queria dar o melhor para a Instituição. Como usei muito Lima Vaz, meus superiores e eu conseguimos para minha Banca um jesuíta que foi aluno dele e ajudou a reunir os manuscritos que vieram a se tornar os seus famosos Escritos de Filosofia. Trata-se do Prof. Aloir Pacini. Como usei a edição bilíngue da Contra Gentiles e uma monolíngue do Compendium, ambas traduzidas por D. Odilão Moura e revisadas por Luis Alberto de Boni, a Providência divina colocou em minha Banca também o Prof. Luis Alberto De Boni, um dos maiores medievalistas do mundo. Depois soube que o professor foi aluno de Rahner, Metz, Kasper e outros (De tremer na base). Por fim, aconselhado pelo mesmo Prof. De Boni na Banca, procurei ler a obra Paradigma Teológico de Tomás de Aquino e conhecer seu autor, Frei Carlos Josaphat. Frei Carlos foi o coordenador e um dos tradutores da edição bilíngue da Summa Theologiae da Loyola que usei no meu trabalho. É professor emérito da Universidade de Fribourg (Suiça). Foi aluno de Jacques Maritain e para a escola dominicana francófona é o maior especialista na IIa. parte da Summa Theologiae vivo do mundo (Fiquei com as pernas bambas quando falei com o Frei por telefone). O livro foi bem saudado.

Se falar de Tomás hoje é difícil entre católicos, imaginem a colegas de outras religiões, agnósticos e ateus. Aí é que “a porca torce o rabo”. Como já dizia abertamente na Academia a superiores e estudantes, o meu trabalho partiu da observação de um fato, da constatação de um problema real, de uma experiência ainda por ser descrita, verbalizada. Ele nasceu nas salas e corredores de uma universidade pública. Não nasceu primariamente de livros. Pois bem, transpor esta realidade viva e vivida para o mundo das palavras e mostrar como Tomás também a enxergava e a ela oferecia uma resposta, eis o desafio. Ademais, era importante fazer-me entender. O meu texto fala por si, creio. O grande número de citações é intencional, pois vivemos num país onde poucos alunos podem ter a sua biblioteca. Ao mesmo tempo, colocar o leitor em contato com as fontes é fundamental. As traduções são também propositais. Algumas vezes assumi eu mesmo a tarefa arduíssima de traduzir. Somos ainda uma nação monoglota. Sentia ser meu dever tornar a dissertação acessível a muitos e não só a especialistas. Nunca olhei para a pesquisa pensando primeiramente em títulos, mas faço o que faço, apesar das adversidades, porque amo. Eu me sinto a serviço do conhecimento, seja quando aprendo, seja quando ensino. À medida que o tempo vai passando, ainda que várias vezes “enfie o pé na jaca”, vou assimilando-me cada vez mais ao que escrevi. 

 

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 DISSERTACAO.pdf
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